<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Publicado on Lanchonete</title><link>https://lanchonete.tllester.info/tags/publicado/</link><description>Recent content in Publicado on Lanchonete</description><generator>Hugo</generator><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Mon, 07 Nov 2016 13:32:04 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://lanchonete.tllester.info/tags/publicado/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>#ParqueAugusta</title><link>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/parqueaugusta/</link><pubDate>Mon, 07 Nov 2016 13:32:04 +0000</pubDate><guid>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/parqueaugusta/</guid><description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;a href="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/zona_da_mata_.jpg"&gt;&lt;img class="alignnone wp-image-454 size-full" src="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/zona_da_mata_.jpg" alt="zona_da_mata_" width="700" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre class="p1" style="color: #808080; font-size: 8px; margin-top: -25px; padding-right: 0px; text-align: right;"&gt;foto: Karen Ka, Dan Scan e Rosa Laura&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Lambe-Memes foi uma oficina que, a partir da análise e produção de memes sobre o #ParqueAugusta, criados pelo trabalho rotativo de design gráfico dos ativistas e disseminado pelo Facebook e outras mídias sociais, criaram-se lambe-lambes que foram multiplicados com uma máquina de xerox e colados nos muros do parque. O Parque Augusta é uma área de 24 mil m2 que abriga os últimos resquícios de Mata Atlântica que ainda sobrevivem no centro da cidade. Está ameaçado pela ganância de construtoras e virou símbolo do embate da sociedade civil contra a especulação imobiliária massacrante que acontece na cidade de São Paulo.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Recomendamos banho de ervas</title><link>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/mexa/</link><pubDate>Mon, 07 Nov 2016 13:12:20 +0000</pubDate><guid>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/mexa/</guid><description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;a href="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/Todos01-1024x729.jpg"&gt;&lt;img class="alignnone wp-image-450 size-large" src="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/Todos01-1024x729.jpg" alt="todos01" width="700" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre class="p1" style="color: #808080; font-size: 8px; margin-top: -25px; padding-right: 0px; text-align: right;"&gt;ilustrações: diego ferreira&lt;/pre&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;a href="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/06-1-209x300.jpg"&gt;&lt;img class="wp-image-456 size-medium alignright" src="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/06-1-209x300.jpg" width="209" height="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
O MEXA nasce como movimento e encontro da diversidade da população vulnerável e em situação de rua, como forma de pensar a diversidade e questionar os lugares de vulnerabilidade por meio do encontro entre pessoas. Um grupo que não se define como coletivo artístico, mas que faz uso da arte para articular encontros e ações para evidenciar diversas questões. A ideia é atravessar a marginalidade e fragilidade do nosso cotidiano, colocar pessoas em comunicação através da criação de projetos que formam grupos itinerantes que não necessariamente se encontrariam para realizar ações coletivas.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Subversivamente abundante</title><link>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/subversivamente-abundante/</link><pubDate>Mon, 07 Nov 2016 12:57:22 +0000</pubDate><guid>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/subversivamente-abundante/</guid><description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;a href="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/14882194_1179397415464556_1881903466318659060_o-300x200.jpg"&gt;&lt;img class="alignleft size-medium wp-image-442" src="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/14882194_1179397415464556_1881903466318659060_o-300x200.jpg" alt="14882194_1179397415464556_1881903466318659060_o" width="300" height="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/14890406_1179398395464458_262674400534374049_o-300x200.jpg"&gt;&lt;img class="size-medium wp-image-439 alignnone" src="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/14890406_1179398395464458_262674400534374049_o-300x200.jpg" alt="14890406_1179398395464458_262674400534374049_o" width="300" height="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre class="p1" style="color: #808080; font-size: 8px; margin-top: -25px; padding-right: 84px; text-align: right;"&gt;fotos: leandro moraes&lt;/pre&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Depois de dois catárticos banquetes preparados pela Escola Como Como de Ecogastronomia no quintal do Goethe-Institut, em que todo mundo comia como se estivesse atravessando um portal mágico, tamanha profusão de sabores e formas inusitadas de servir comida, concluímos que estava na hora de expandir sua presença no Zona da Mata para uma atividade mais performática e educativa, em que a filosofia da Escola em relação ao alimento pudesse ser aprofundada através de uma prática. Assim nasceu o oficina Comedoria, em que os conceitos da ecogastronomia e os processos coletivos de preparo de uma refeição foram partilhados com o público, culminando numa grande refeição feita por cerca de 35 pessoas.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Cidades estéreis</title><link>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/cidades-estereis/</link><pubDate>Mon, 07 Nov 2016 12:51:34 +0000</pubDate><guid>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/cidades-estereis/</guid><description>&lt;pre class="p1" style="color: #808080; font-size: 8px; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; padding-right: 0px; text-align: right;"&gt;foto: leandro moraes
&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/1I5A7840-300x200.jpg"&gt;&lt;img class="size-medium wp-image-431 alignright" src="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/1I5A7840-300x200.jpg" alt="1i5a7840" width="300" height="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;span class="s1"&gt;A paisagem natural e a história arquitetônica da cidade é substituída por prédios e condomínios com aparência genérica e estéril, eliminando diferenças entre morar em Dubai, Paris, Cidade do México, Cingapura ou São Paulo. As facilidades embutidas nestes novos empreendimentos imobiliários drenam a criatividade, o convívio social e a autonomia de pequenos serviços domésticos, que acabam sendo terceirizados para deixar a vida dos moradores mais prática e mastigada. O uso ostensivo do concreto, os mares de prédios e a morte do horizonte. O discurso das incorporadoras que abusam do multiculturalismo e da tolerância como marketing na hora de vender um apartamento que promove a exclusão da paisagem humana. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Coopamare resiste!</title><link>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/coopamare/</link><pubDate>Mon, 07 Nov 2016 12:23:25 +0000</pubDate><guid>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/coopamare/</guid><description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;a href="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/1_credito-Denise-dos-Santos--1024x614.jpg"&gt;&lt;img class="alignnone wp-image-422 size-large" src="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/1_credito-Denise-dos-Santos--1024x614.jpg" alt="1_credito-denise-dos-santos" width="700" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre class="p1" style="color: #808080; font-size: 8px; margin-top: -28px; text-align: right;"&gt;foto: Denise dos Santos&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;span class="s1"&gt;Em 1984 um grupo de catadores que circulavam pelo bairro do Glicério, no Centro de São Paulo, se uniu com apoio da Organização Auxílio Fraterno (OAF) para poder ter melhores condições de trabalho. Cinco anos depois conseguiram um espaço, cedido pela prefeitura de então, sob o viaduto Paulo VI, onde a Coopamare se instalou e resiste até hoje. A existência de uma cooperativa nesse espaço de certa forma residual na cidade é um primeiro momento de ressignificação dos resíduos que a sociedade produz. A partir daí, a vida e o trabalho dessas pessoas gira em torno desse cuidado com os resíduos produzidos por todos nós no modo de vida que levamos na metrópole.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description></item><item><title>O mato e o rio</title><link>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/o-mato-e-o-rio/</link><pubDate>Mon, 07 Nov 2016 12:12:10 +0000</pubDate><guid>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/o-mato-e-o-rio/</guid><description>&lt;pre class="p1" style="color: #808080; font-size: 8px; margin-top: 0px; margin-bottom: -20px; padding-right: 0px; text-align: right;"&gt;ilustração: Van Bo Le-Mentzel&lt;/pre&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;a href="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/img_7014-1-768x1024.jpg"&gt;&lt;img class="wp-image-419 alignright" src="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/img_7014-1-768x1024.jpg" alt="img_7014" width="337" height="449" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Segundo especialistas, o desmatamento e a ocupação irregular de áreas de manancial – rios, lagos e lençóis freáticos – contribuíram para agravar a seca histórica enfrentada por São Paulo há dois anos atrás, quando foi registrada apenas 21,5% de vegetação nativa na bacia hidrográfica e no conjunto de seis represas que formam o Sistema Cantareira. Neste solo, carente de árvores para armazenar água nas folhas e depois evaporá-las, e pobre em matéria orgânica, que retém a umidade, a chuva é uma inimiga que empurra a terra ladeira abaixo, assoreando rios e nascentes.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Sobre Encontros e Tecnoxamanismos</title><link>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/sobre-encontros-e-tecnoxamanismos/</link><pubDate>Mon, 20 Jun 2016 20:33:33 +0000</pubDate><guid>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/sobre-encontros-e-tecnoxamanismos/</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/passaro-tec.png"&gt;&lt;img class="alignleft size-full wp-image-401" src="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/passaro-tec.png" alt="passaro-tec" width="250" height="333" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Há dois anos subimos no Ônibus Hacker ao lado do Parque Augusta e, três dias depois chegamos no Itapeco,  Instituto de Tecnologia Alternativa, Permacultura, e Ecologia onde aconteceu o &lt;a href="https://tecnoxamanismo.files.wordpress.com/2016/02/sobreoifestivalinternacionaldetecnoxamanismo-2014.pdf" target="_blank"&gt;I Festival Internacional de Tecnoxamanismo&lt;/a&gt; (&lt;a href="https://tecnoxamanismo.files.wordpress.com/2016/02/sobreoifestivalinternacionaldetecnoxamanismo-2014.pdf" target="_blank"&gt;pdf sobre o festival&lt;/a&gt;), em Arraial d'Ajuda, na Bahia. Estávamos em contato com a Aldeia Velha Pataxó, na Terra do Descobrimento (descobrir a terra – matar os seres que a protegem).&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Somos amigxs desde a época em que estudávamos Midialogia e, desde então, fizemos algumas viagens juntxs. Esses deslocamentos nos ajudam a ampliar nosso espectro sobre a multiplicidade de existências aqui na Terra. E alteram nossa percepção sobre nossa própria dimensão, que torna-se flexível – às vezes nos amplia, às vezes nos torna muito pequenos, quando não as duas coisas juntas. Como quando conhecemos os Cardones, uma espécie de cacto gigante no norte da Argentina. Estávamos em meio a uma área onde as culturas tradicionais estavam muito preservadas, mesmo junto a uma quantidade considerável de viajantes - várias placas nos informavam a zona protegida na qual pisávamos, nas províncias de Tucumán, Salta e Jujuy com Luísa; ou quando avistei a Terra por detrás de uma entidade que me parecia ser humano-pássaro-oriental e que cuidava do planeta sob suas asas... ou quando vi uma fábrica cheia de tubos e canos coloridos onde nossas consciências eram produzidas freneticamente e saíam em forma de esferas igualmente coloridas para chegarem até nosso corpo… ou quando encontramos tantas chaves por esses percursos, que abrem destrancam destravam... o̩̺̞u̳̪̮̺̖͇̕ q͈̣̹̘̩͕̣́́͢ụ̴̡̦̬͙̖͍̳͓̜̹͔̩̻̮̜̟̟͞a̵̸̱̼̘̜̮͖̠̪̫͖̜̥̦̗͕̞̟͝n̸̷̴̪̯̖̺͎͍̱̼̭̬̲͉̜̱̼̼͈̝͘͝d̶̺͚̳̩̥͔̼͓͕̹̼͖̮̀͢…̵̲͕͚͔̪͇̗̟̹̭̱͔̺̦͢͟͞,̧͉̯̮̞̞͍͍̹̻̗͍̩͜,̛͔̱̝̰̫̤̖̝̫̤̺̝̼̦̭͘͟   ||| |   | |    \    \  \&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Uma pitada do nhadereko</title><link>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/uma-pitada-do-nhadereko/</link><pubDate>Mon, 20 Jun 2016 20:29:25 +0000</pubDate><guid>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/uma-pitada-do-nhadereko/</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/160615_zdm_jera-0196_low.jpg" style="margin-bottom:0px; padding-bottom:0px;" &gt;&lt;img class="alignnone wp-image-372" style="margin-bottom:0px; padding-bottom:0px;" src="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/160615_zdm_jera-0196_low-1024x683.jpg" alt="160615_zdm_jera-0196_low" width="650" height="434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre class="p1" style="color: #808080; font-size: 8px; margin-top:-25px; padding-right:50px; text-align:right;"&gt;&lt;span &gt;foto: Marina Rago&lt;/span&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;span class="s1"&gt;Jera é uma das líderes mais atuantes do povo Guarani Mbya do território Tenondé Porã, que abriga cerca de 1000 famílias em seis aldeias em Parelheiros, no extremo sul de São Paulo. Sua presença no Zona da Mata deu aos juruas (brancos) presentes um gostinho do &lt;i&gt;nhadereko&lt;/i&gt;, o modo de vida tradicional guarani. Na ocasião, ela compartilhou seu cachimbo e conduziu um ritual de plantio do tabaco guarani no quintal do Goethe, falou sobre a recém conquistada demarcação oficial de 15 mil hectares (antes eram 26) das terras guaranis em Parelheiros e de seu desejo de viajar pelos territórios guaranis no Paraguai e na Argentina. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Laboratório Jardinalidades</title><link>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/laboratorio-jardinalidades/</link><pubDate>Mon, 20 Jun 2016 20:23:52 +0000</pubDate><guid>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/laboratorio-jardinalidades/</guid><description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;a href="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/LABORATORIO-JARDINALIDADES-1024x825.jpg"&gt;&lt;img class="alignnone wp-image-368" src="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/LABORATORIO-JARDINALIDADES-1024x825.jpg" alt="LABORATORIO JARDINALIDADES" width="640" height="516" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Durante a conexão com o Zona da Mata no Quintal do Goethe foram compartilhados pesquisas, reflexões e processos criativos de Faetusa Tezelli e Gabriela Leirias à respeito da jardinagem como prática artística e criação de territorialidades. O Laboratório&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;  &lt;/span&gt;envolveu 3 etapas: cartografia, experimentos sensoriais e investigações individuais.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;A elaboração cartográfica buscou envolver os participantes na discussão sobre um mapeamento de trabalhos que relacionam jardinagem, arte e ativismo no Brasil realizado pelas artistas/pesquisadoras entre 2015 e 2016. Buscou-se então criar coletivamente e horizontalmente uma rede conectora de trabalhos, projetos, conceitos, histórias, desejos e afetos com os participantes do laboratório.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Permacultura e arte contemporânea são conceitos modernos</title><link>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/permacultura-e-arte-contemporanea-sao-conceitos-modernos/</link><pubDate>Mon, 20 Jun 2016 20:16:43 +0000</pubDate><guid>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/permacultura-e-arte-contemporanea-sao-conceitos-modernos/</guid><description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;i&gt;Entrevista com Louis Baguenault realizada por Antonio Sobral em Maio de 2016, num skype entre São Paulo e Paris. &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;Tradução e edição de Antonio Sobral.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Louis é jardineiro e Antonio é agricultor. Além de trabalhar com agroecologia, Louis e Antonio também são artistas. Louis participou da terceira edição do Programa de residências São João, organizada em 2013 por Flora Rebolo, Ruli Moretti, Daniel Jablonski e Antonio Sobral na fazenda São João em São José do Vale do Rio Preto, RJ.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Acender as luzes, criar realidades</title><link>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/acender-luzes/</link><pubDate>Mon, 20 Jun 2016 19:40:58 +0000</pubDate><guid>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/acender-luzes/</guid><description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;span class="s1"&gt;&lt;a href="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/peterwebb-300x200.jpg"&gt;&lt;img class="alignleft wp-image-282 size-medium" src="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/peterwebb-300x200.jpg" alt="peterwebb" width="300" height="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre class="p1" style="color: #808080; font-size: 8px; margin-top: -25px;"&gt;foto: Marina Rago&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;Quais são os recursos naturais que mantem o jardim do Goethe vivo? O que está em desequilíbrio? Como planejamos o acesso à água? Esta seria a forma mais cartesiana de descrever a atividade “Leitura da Paisagem”, que inaugurou a programação do Zona da Mata no Goethe-Institut São Paulo. Mas quando a pessoa que vai conduzir este diagnóstico é o permacultor Peter Webb, carece de um parágrafo mais generoso.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Organismo vivo</title><link>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/organismo-vivo/</link><pubDate>Mon, 20 Jun 2016 19:32:02 +0000</pubDate><guid>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/organismo-vivo/</guid><description>&lt;p class="p1"&gt;Quando alguém entra em contato com os fundamentos da Permacultura, é comum que se interesse por novas práticas para a vida cotidiana. Do cultivo do próprio alimento, evitando embalagens, idas ao mercado e consumo de agrotóxicos, passando pela compostagem de resíduos e produção de adubo ou mesmo a criação de sistemas para gerar eletricidade e não pagar mais a conta de luz. Ou descartar os serviços da ineficiente rede de esgoto e tratar a água que produz em casa com sistemas de canos e plantas filtradoras, alimentando lagos com peixes e plantações de bananeiras.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>kit kit kit kit kit kit kit</title><link>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/kit-kit-kit-kit-kit-kit-kit/</link><pubDate>Mon, 20 Jun 2016 19:20:55 +0000</pubDate><guid>https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/kit-kit-kit-kit-kit-kit-kit/</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/P1250088.jpg"&gt;&lt;img class="alignnone wp-image-286" src="https://lanchonete.tllester.info/zonadamata/textos/images/P1250088.jpg" alt="P1250088" width="650" height="488" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;pre class="alignleft" style="color: #808080; font-size: 8px; margin-top: -25px;"&gt;foto: Marina Rago&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El 11 de septiembre de 2014 mi abuela María Luisa López Cujcuy a sus 92 años falleció
De ella heredamos nuestro idioma materno (kaqchikel)
En la casa de mi abuela hay muchos árboles y aves y kit kit kit kit kit kit kit kit kit kit kit kit kit kit kit kit kit kit kit kit kit kit kit kit kit es un cantos que mi abuela hacía para invocar el espíritu de las aves para alimentarlos con semillas de Maíz, Como un homenaje a mi abuelita, Pinte sobre la pared de su casa, su canto, la pinte con barro con la intención de darle la palabra al espíritu de la tierra.&lt;/p&gt;</description></item></channel></rss>