<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Graphic on Lanchonete</title><link>https://lanchonete.tllester.info/tags/graphic/</link><description>Recent content in Graphic on Lanchonete</description><generator>Hugo</generator><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Mon, 20 Jun 2016 00:00:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://lanchonete.tllester.info/tags/graphic/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Laboratório gráfico queer — encontro 4</title><link>https://lanchonete.tllester.info/cidadequeer/posts/laboratorio-grafico-queer-quarto-encontro/</link><pubDate>Mon, 20 Jun 2016 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://lanchonete.tllester.info/cidadequeer/posts/laboratorio-grafico-queer-quarto-encontro/</guid><description>&lt;p&gt;&lt;img src="https://lanchonete.tllester.info/images/IMG_6035-225x300.jpg" alt="IMG_6035"&gt;
No quarto encontro levantamos a questão da normatividade nas publicações. Para além do problema das fronteiras das línguas e traduções, é possível superar a dicotomia forma X conteúdo? Projeto X processo? Como desnormatizar as operações e decisões editoriais e de design gráfico? Como desviar dos estabelecidos cânones? Cada integrante levou exemplos de publicações que de alguma forma abordam as margens e interceções entre conteúdo e forma. Pensar a estrutura de um livro em projeto editorial é tratar da forma do projeto. A forma não é apenas vinculada ao design mas também a escolhas e decisões editoriais. O design por vezes traz um excesso que confunde ao invés de ressaltar e trabalhar no mesmo sentido do conteúdo. No caso de uma publicação que questione os cânones tanto das normas da língua, quanto editoriais e de desenho gráfico, como orquestrar o projeto para além dessa dicotomia forma X conteúdo? É possível superar essa forma binária de entendimento de um projeto?&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Laboratório gráfico queer — encontro 2</title><link>https://lanchonete.tllester.info/cidadequeer/posts/laboratorio-grafico-queer-segundo-encontro/</link><pubDate>Mon, 06 Jun 2016 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://lanchonete.tllester.info/cidadequeer/posts/laboratorio-grafico-queer-segundo-encontro/</guid><description>&lt;p&gt;&lt;img src="https://lanchonete.tllester.info/images/Screen-Shot-2016-06-05-at-7.19.03-PM-300x269.png" alt="Screen Shot 2016-06-05 at 7.19.03 PM"&gt;
O segundo encontro se inicia com a retomada da questão da tradução do termo &lt;em&gt;queer&lt;/em&gt; e o problema das línguas latinas referente ao gênero.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abordar &lt;em&gt;queer&lt;/em&gt; para além da questão de gênero e sexualidade é trazer de volta suas raízes etimológicas/históricas? Tudo o que não se encontra em definitivo, categorizado, catalogado, é &lt;em&gt;queer&lt;/em&gt;? O artista-ornitorrinco. O ciborgue, awkward, unheimlich (o estranho familiar, inquietante, ameaçador). Mais interessante talvez do que a tradução do termo seria fazer uma lista de palavras análogas para dar conta de &lt;em&gt;queer&lt;/em&gt; enquanto conceito que queremos abordar no Laboratório e no projeto Cidade Queer.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Laboratório gráfico queer — encontro 1</title><link>https://lanchonete.tllester.info/cidadequeer/posts/laboratorio-grafico-queer-primeiro-encontro/</link><pubDate>Mon, 30 May 2016 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://lanchonete.tllester.info/cidadequeer/posts/laboratorio-grafico-queer-primeiro-encontro/</guid><description>&lt;p&gt;No primeiro encontro do Laboratório problematizamos a questão da normatividade e padrões de representação predeterminados. Tomando como ponto de partida alguns exemplos, como uso de cores para diferenciar sexo e tipografias pré-estabelecidas em sinalização urbana e softwares, cada integrante foi trzendo um pouco de sua experiência. Seria possível fugir da normatividade sem impor ou estabelecer uma nova norma? Talvez o único meio a partir do qual pode representar sem se basear em pré-definições seria a própria voz. A escrita com próprio punho. A autorepresentação.&lt;/p&gt;</description></item></channel></rss>