Apr 27, 2021
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*Mural designs by Thiago Gonçalves depicting the Demoiselle and 14 Bis airplanes invented by Alberto Santos Dumont. _*_See Paim, final touch (pt. 1).
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We were just gearing up to propose the permanent LED installation on the Centro-facing lateral facade of 14 Bis, the tallest of the three buildings that make up Conjunto Santos Dumont on Rua Paim when COVID struck. Picking up from the post-planning cycle, Lanchonete.org had the local will to proceed with a public space project in the back corner of the compound. For a short period we shared an open call with past participants and residents of Lanchonete.org to help us finetune an incremental proposal to Conjunto Santos Dumont. During the long-term charrette process undertaken by Lanchonete.org, we learned that the back corner patio of the Caravelle Building is used by residents of all three buildings for leisure, even if at night the end of the internal roadway that abuts the Caravelle patio is still a drug traffic point. There is a gate that roughly demarcates the family space from the drug sales point or ‘boca’. Former participant, Edgar Calel suggested a mural for one-half of the L-shaped patio wall. He invited another artist, Fernando Pereira dos Santos to participate given that they’d been working together on a film for the five years that Calel has been visiting Brazil from Guatemala. For a few years now, Lanchonete.org has worked with the technical assistance collective, Margem to help shape the charrette and ‘hold’ the community’s feedback. One particular strand dating from a visit by the KTH Royal Institute of Technology of Stockholm is the evolving discussion on a community garden. Margem helped out with Calel’s mural as well. This gave its members time and access to revisit the garden discussion with Caravelle building leadership, maintenance staff and residents. Residents were invited to help paint the mural across four weekends.
Jan 25, 2021
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Lavi Kasongo é um talentoso artista plástico congolês que pinta desde os 5 anos de idade. Expulso do Congo pela brutal guerra civil, se refugia no Brasil desde 2015, onde continua sua carreira internacional. Inspirado por seu passado africano e seu presente sul-americano, ele cria obras onde as cores africanas estão se encontram em uma harmonia abstrata. Lavi já participou de diversas exposições individuais e coletivas em galerias como a Maison de France, Pinacoteca, SESC, Michigan Art Space, Inn Gallery, entre outras. Participou no projeto “Latitudes” do SESC Vila Mariana, onde pintou uma parede que conta um pouco de sua própria história, assim como de outros refugiados.
Oct 7, 2020
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Abdoulaye tem 28 anos e é de Burkina Faso. Chegou no Brasil com o sonho de trabalhar e poder aprender mais sobre a culinária e as técnicas da cozinha. Inicialmente trabalhou em obras para poder se manter, até conseguir fazer o trabalho que realmente gosta, cozinhar. Conheceu a Gastromotiva, onde aprendeu técnicas de cozinha e ao mesmo tempo o sistema da culinária brasileira. Foi vencedor do concurso de sobremesa da KENZO DO BEM, avaliado pelo masterchef do Brasil Fogaça. Foi uma experiência muito grande para ele, e começou a pensar em levar a Gastromotiva para o Burkina Faso. Integrou ao grupo do Lanchonete.org, onde fez muitos eventos com o coletivo, e pôs em prática muito do que havia aprendido durante seu período na Gastromotiva.
Oct 6, 2020
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Fernando Pereira dos Santos é produtor, educador e documentarista. Dirigiu o média metragem “Mapuche: Gente da Terra” (2012). Dirigiu também os curta metragens “Admiração de João Garganta” (2016) e “Sonho de Obsidiana” (2020), que estreou na 11ª Bienal de Berlim. Produziu “Fabiana” (2019) e atualmente produz os documentários “Babylon” e “Samuel e a luz”, além de seu primeiro longa metragem como diretor, “¡Seremos ancestrales!”.
Sep 12, 2020
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Edgar Calel nasceu em 1987, em San Juan Comalapa. O seu trabalho artístico é uma procura permanente de tradução da cosmovisão Maya Kaqchiquel (cultura à qual pertence) para as linguagens contemporâneas. Trabalha principalmente com temas relacionados com as práticas indígenas da sua comunidade, a espiritualidade Maya, os rituais, a identidade e a migração.
Sep 12, 2020
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A MARGEM, assessoria técnica de arquitetura multidisciplinar, atua há cinco anos entendendo o conceito de habitat como um bem comum e de direito de todos, desde condições precárias de desigualdade social urbana extrema, com a cidade auto-produzida, com sérios problemas de insalubridade e qualidade espacial, até situações de conflitos fundiários, especialmente urbanos, e do reconhecimento territorial comunitário, defendendo o cumprimento de direitos constitucionais à moradia e à cidade. É consenso no grupo, que tem atuação em São Paulo e em Pádova, Itália, a importância e a valorização da multidisciplinaridade nas todas as ações propostas.
Sep 12, 2020
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*Aquarela por Thiago Gonçalves mostrando vistas laterais do Demoiselle e o 14 Bis, assim como aviões ‘imaginados’ na faixa lateral do 14 Bis.
De 2013-2017, Lanchonete.org foi uma plataforma cultural conduzida por artistas, focada em como pessoas vivem e trabalham, navegam e compartilham a cidade contemporânea, tendo São Paulo como panorama. O nome vem dos onipresentes balcões das lanchonetes — pontos de comércio amigáveis, sem barreiras, laboriosos e com suas luzes brancas — que ocupam todas as esquinas da cidade. Em 2016 o coletivo comprou uma pequena lanchonete (Bar do Tarcísio, Loja 3) na base do 14 Bis, um dos três edifícios—incluindo Demoiselle e Caravelle— que compõem o Conjunto Santos Dumont. Foi assim que começamos a primeira fase do projeto, é de desenvolver um relacionamento especial com os mais de 4000 moradores do Conjunto Santos Dumont, e de entender melhor o Bixiga, bairro histórico onde o conjunto está localizado … ao virar um dono de uma lanchonete.
Sep 12, 2020
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Thiago Correia Gonçalves é um artista e arquiteto Baiano radicado no Brooklyn, NY. Ele estudou Cinema na FAAP e Arquitetura e Urbanismo na AEAUSP-Escola da Cidade e na AA em Londres.
Seu trabalho lida com as marcas deixadas pela colonização, principalmente no contexto da América Latina e do chamado Atlântico Negro. Através de uma multitude de ações e meios sua pesquisa é caracterizada pelo contexto antropológico e urbano e sua influência nos costumes culinários brasileiros.
Nov 29, 2019
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Evento final de residência colaborativa com Lanchonete.org e Residência São João, de Andrew O’Connor, integrando o Festival SOMSOCOSMOS.
fotos de Verónica Daniela Cerotta
áudio de Andrew O’Connor
Sep 29, 2019
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Andrew é produtor independente de rádio e artista sonoro, baseado em Toronto, Canadá. Seu trabalho reflete um interesse em som, narração e transmissão, e explora essas ideias através da emissão de rádio, assim como em instalações artísticas, o design sonoro, e rádios pirata. O trabalho de Andrew com rádio já foi incluído na rede CBC Radio, e reproduzido internacionalmente na rádio pública australiana ABC, Rádio Zero em Lisboa, e a emissora pública austríaca ORF. Mais recentemente, seu trabalho foi incluído no Radiophrenia Festival organizado pelo Glasgow Centre for Contemporary Art, e no Deep Wireless Festival of Radio Art. Atualmente, Andrew apresenta e produz semanalmente um programa de rádio pirata chamado DISCO 3000, na sua própria estação low-watt FM, Parkdale Pirate Radio.
Jul 7, 2019
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Esse ano, após Anat Litwin conduzir uma aula durante o Seminário Internacional da Escola da Cidade, a colaboração com a Escola continuou através de um grupo de alunas/os do Estúdio Vertical. O Estúdio Vertical é um ateliê coletivo de projeto da Escola da Cidade, com temas abrangentes, pautados em questões urbanas atuais. Durante o primeiro semestre de 2019, o grupo composto por Artur Correa, João Pedro Catalano, Letícia Porto e Maria Clara Van Deursen, após participarem da aula de Anat Litwin, decidiu focar sua pesquisa e trabalho no Conjunto Santos Dumont. O grupo focou em atividades pedagógicas com as crianças do conjunto. Seu trabalho culminou em um evento final, com uma intervenção desenvolvida em torno de atividades de desenho, com o intuito de que as crianças se identifiquem e compreendam a sua participação na construção da cidade.
May 14, 2019
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Em fevereiro de 2019, Anat Litwin foi convidada através de uma parceria entre Lanchonete.org e a Escola da Cidade, a participar do Seminário Internacional da Escola da Cidade que ocorre anualmente. Ela conduziu um seminário de uma semana com os alunos da Escola, com a assistência de Marcio Kogan, um time de assistentes de professores (Julia Park e Thiago Benutti), e a ajuda de Paula Van Erven e Pablo Morais, estudante de Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal de Ouro Preto, que também participou do Seminário. O seminário também contou com a ajuda da equipe do Lanchonete.org, e explorou vários locais na cidade e o potencial de habitá-los criativamente. O Seminário se dedicou ao tema de “Artistic Hosting” na Cidade, entre as esferas públicas e privadas, o objecto de estudo na pesquisa de doutorado de Anat na Technion, no departamento de Planejamento Urbano, assim como parte de sua exploração artística durante toda sua vida, e seu contínuo diálogo exploratório com Todd Lester. O seminário incluiu uma trilogia de tarefas criativas, desde o macro da cidade, vivenciados por locais que servem como limiares, ao nível micro da vizinhança, com um foco em casas particulares e as narrativas de residentes do Conjunto Santos Dumont na Rua Paim, onde alunos conduziram entrevistas, até o nível íntimo do contexto doméstico que ocorreu nas próprias casas dos alunos, com uma residência artística/intercâmbio de casas por uma noite. Durante o seminário, a turma de Anat pensou sobre questões de domesticidade e sobre como um espaço é habitado, assim como uma decodificação crítica e criativa da cidade, e uma nova incorporação do direito à cidade, através de uma presença interpessoal e sensual. No final da semana, os alunos produziram uma instalação visual final que foi exposta no evento de encerramento do Seminário na Escola.
Apr 7, 2019
paim
Membros da equipe do Lanchonete.org, em parceria com a Escola da Cidade, decidiram manter o Museu da Vizinhança (localizado em um apartamento no prédio Demoiselle, noConjunto Santos Dumont) aberto durante alguns meses após seu encerramento oficial, decidindo usar o espaço como local de encontro regulares para a aula aberta “Poder Local”, também dando continuação aos almoços de segunda do Chef Abdoulaye.
Members of the Lanchonete.org team, in partnership with Escola da Cidade, decided to keep the Neighborhood Museum (located in an apartment in the Demoiselle building, in the Santos Dumont Compound) open for a few more months after its official end, deciding to use the space as a meeting place for the regular open course “Local Power”, also continuing Chef Abdoulaye’s Monday lunches.
Jan 13, 2019
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Uma mistura da cobertura de imprensa sobre o Lanchonete.org, assim como textos de participantes do projeto e de questões relacionadas ao urbano. Veja as entrevistas do Residency Unlimited DIALOGUES com Todd Lanier Lester, Gwylene Gallimard & Jean-Marie Mauclet aqui.
2019 “Curadoria coletiva como alternativa à narrativa hegemônica”
“São Paulo, um mosaico visto a partir da Rua Paim” – Arq.Urb #23
São Paulo, um mosaico visto a partir da Rua Paim (PT)
Sep 25, 2018
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Vídeo: Coletivo Coletores
Quando o Lanchonete.org alcançou seu marco de cinco anos, nós tínhamos um ímpeto que não poderia parar facilmente no dia 31 de dezembro de 2017. De fato, a essa altura nós tínhamos algumas atividades–o Museu da Vizinhança, os Almoços de Segunda, uma aula aberta sobre poder local com a Escola da Cidade e o espaço comunitário, para redesenhar com parceiros de ambos dentro e de fora da comunidade–que mereciam conclusão. Também haviam artistas e “makers” adicionais que queríamos receber durante a desmontagem da plataforma. Basicamente, nós ainda tínhamos algumas coisas a mais para realizar como um grupo. Poderia até ser argumentado que o “ciclo de pós-planejamento” foi um momento importante para nós, para termos uma série de residentes, assim como convidados –internacionais e locais– que nos ajudaram a compor ideias e evitar “groupthink” consistentemente ao longo da duração do projeto.
Sep 25, 2018
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Para os propósitos deste site, termos como “Deixando em Aberto” e “Toque Final” são figurativos.
Através de um Ciclo de Pós-Planejamento, Lanchonete.org conduziu uma programação pública de uma no (2018) para permitir que processos contínuos tenham finais naturais, e para receber comentários e avaliações sobre o trabalho em geral. ‘Paim, toque final"(parte 1 e parte 2) descreve como alguns participantes do Lanchonete.org continuaram a trabalhar à partir do Bar do Tarcísio (lanchonete) e com os moradores do Conjunto Santos Dumont, e de fato desta maneira nós estamos ‘Deixando em Aberto’ a nova rede que foi criada durante o projeto Lanchonete.org, de cinco anos (2013-2017).
Aug 27, 2018
arquivo
May 7, 2018
paim
Leandro Moraes, fotógrafo e membro do coletivo, conduziu uma oficina de câmeras analógicas com moradores/as do Conjunto Santos Dumont, no Museu da Vizinhança. A oficina se desenvolveu em torno da integração de uma “BiblioteCâmera” ao museu, que contava com 10 câmeras analógicas que ficavam permanentemente à disposição, podendo ser emprestadas a qualquer um/a que estivesse interessado/a em usá-las durante um período.
Os moradores/as participantes da oficina também levaram as câmeras para casa durante uma semana, em seguida retornando o rolo de filme e compartilhando seus resultados.
Jan 30, 2018
paim
Jan 29, 2018
paim
Jan 21, 2018
paim
A rua Paim vem vivenciando grandes mudanças em sua composição, como todo o resto do bairro da Bela Vista, que compreende do Bixiga ao baixo Augusta. A partir dela observamos o poder estrutural do setor imobiliário e a mudança drástica que ele traz, não apenas para a estética do bairro, mas também impactando diretamente os preços e, naturalmente, a população que consegue permanecer no local.
O conjunto Santos Dumont é hoje um dos últimos vestígios desta última composição arquitetônica (e demográfica) da rua. Um conjunto modernista de 1955, construído pelo arquiteto Aron Kogan, os três edifícios (Demoiselle, Caravelle, e 14 Bis, todos nomeados em referência aos três primeiros aviões do aeronauta e inventor Santos Dumont) carregam um passado complexo, retratando em grande parte a história de uma versão da migração nordestina à cidade de São Paulo.
Jan 21, 2018
paim
O Museu da Vizinhança Conjunto Santos Dumont é um espaço de trabalho, exposição e eventos, que celebra as histórias, movimentos e realidades vividas nestes três prédios icônicos, assim como em seu entorno da rua Paim que está mudando rapidamente. Lanchonete.org engaja membros da comunidade do Bixiga por meio do intercâmbio de histórias orais e visuais, oficinas de arte, projeções de filmes, assim como refeições e encontros comunitários. Como um coletivo de pensadores urbanos, chamamos artistas do Brasil e de outras partes do mundo como convidados para reformatar continuamente e desenhar esse espaço em transformação. O seu envolvimento será bem-vindo.
Dec 16, 2017
paim
Neste fim de semana foi celebrado o fechamento de um ciclo na Paim! O Museu da Vizinhança do Conjunto Santos Dumont foi um espaço de encontro, trabalho, exposição e eventos, que durante o segundo semestre do ano de 2017, no apartamento 1023 no edifício Demozelle, celebrou histórias, movimentos e a realidade destes prédios tão icônicos da Bela Vista.
Lanchonete.org junto com a vizinhança e diversas parcerias realizou oficinas de arte e fotografia, projeções, refeições periódicas (como os almoços de segunda), conversas sobre temas contemporâneos urgentes como comida e a cidade, engajamento comunitário, questões raciais, questões de saúde pública e HIV/AIDS, gênero, direito à cidade, entre outros encontros espontâneos neste espaço aberto.
Dec 11, 2017
paim
O Coletivo Amem realizou uma residência no Museu da Vizinhança a convite de Lanchonete, integrando a série de residências do Museu da Vizinhança. Juntamente com Loka de Efavirenz, o coletivo Amem propôs encontros com artistas e ativistas negrxs para discutir sobre saúde, arte e estratégias de enfrentamento à epidemia da aids, com bate-papos, comes e bebes, e a exibição do documentário “Fogo nas Veias”.
fotos ©Leandro Moraes
Dec 1, 2017
paim
Muito se faz quanto à prevenção ao HIV/AIDS internacionalmente, com enfoque à população não-portadora do vírus. Pouco se discute, no entanto, sobre o estigma dos corpos ou vidas portadoras do HIV. Na ocasião do dia internacional da luta contra a AIDS, Lanchonete.org, Casa do Povo e 11a Bienal de Arquitetura de São Paulo decidiram juntar forças ao promover, durante o dia 1o. de dezembro, junto a Visual Aids, Mavi Veloso e MEXA, o circuito “Vidas/corpos com HIV”. O dia começou com um “Almoço na Paim”: o Museu da Vizinhança como espaço de informação sobre HIV/AIDS + conversa com Marcio Zamboni, doutorando em Antropologia Social e pesquisador vinculado ao Numas/USP.
Nov 23, 2017
paim
‹ › fotos ©Leandro Moraes
Nov 20, 2017
paim
Na ocasião do Dia da Consciência Negra, o tradicional Almoço de Segundas no Museu da Vizinhança se voltou à temática, e ocorreu em torno de debates levantados pelo Coletivo Amem. Na cozinha, as delícias dos queridos Jonas Van e Abdoulaye Guibila.
‹ › fotos ©Leandro Moraes
Nov 15, 2017
paim
Como mais um dos eventos parte da programação pública do Museu da Vizinhança, convidamos todxs para um bate-papo com membros da plataforma Explode, Coletivo Amem, membros do Queer City / Cidade Queer e demais artistas, pesquisadorxs e coletivos convidadxs.
A partir de experiências compartilhadas pelxs presentes, a ideia foi ter uma conversa sobre como fortalecer um diálogo transnacional de pessoas/coletivos de/com pessoas LGBTQI+ que trabalhem com saúde pública, ativismo e arte, e quais os principais desafios enfrentados.
Oct 28, 2017
paim
‹ › fotos ©Leandro Moraes
Oct 23, 2017
paim
Durante a programação do Museu da Vizinhança, que foi de outubro a dezembro de 2017, os Almoços de Segunda - uma proposta do cozinheiro Abdoulaye Guibila - pretenderam criar um espaço de interação primeiramente entre a vizinhança, mas também entre o público em geral.
Nesta edição do almoço, as residentes de Lanchonete.org vindas de Porto Rico, Isabel Gandía e Tara Rodriguez, que desenvolvem o projeto Departamento de la Comida, ofereceram um cardápio a partir dos ingredientes encontrados na feira da Bela Vista.
Oct 7, 2017
paim
Como primeiro evento parte da programação do Museu da Vizinhança, tivemos uma conversa ao redor do tema comida e a cidade com artistas, cozinheirxs, ativistas e pensadores locais e internacionais.
‹ › fotos ©Leandro Moraes
Oct 5, 2017
paim
O Museu da Vizinhança Conjunto Santos Dumont é um espaço de trabalho, exposição e eventos, que celebra as histórias, movimentos e realidades vividas nestes três prédios icônicos, assim como em seu entorno da rua Paim que está mudando rapidamente. Lanchonete.org engajou membros da comunidade do Bixiga por meio do intercâmbio de histórias orais e visuais, oficinas de arte, projeções de filmes, assim como refeições e encontros comunitários.
Como um coletivo de pensadores urbanos, chamamos artistas do Brasil e de outras partes do mundo como convidados para reformatar continuamente e desenhar esse espaço em transformação.
Jul 30, 2017
paim
Celebrando nossas atividades na Paim e o fim do mês Julino, curtimos no Conjunto Santos Dumont essa festança coletiva com comidas oferecidas pelos moradores do Edifício 14 Bis e Demozelle.
O evento marcou também o encerramento da residência do artista Adler Murada na Paim. Na ocasião os exemplares do cordel “Receitas da Paim” estiveram disponíveis para distribuição, o trabalho desenvolvido pelo artista junto aos moradores do local que envolveu o resgate de pratos típicos e histórias da migração nordestina. Nessa tarde gostosa de sol, comida, e, acoxadinhos no forró, embalamos o fim de julho no Conjunto Santos Dumont.
Jul 23, 2017
paim
‹ › fotos ©Leandro Moraes
Cordestível + projeto Sol de Noite (Laboratório Itinerante de Cozinha Criativa) foi um encontro promovido por Lanchonete.org que aconteceu em colaboração entre o artista residente Adler Murada com a artista Ingrid Cuestas (Colômbia) e o cozinheiro Abdoulaye Guibila (Burkina Faso).
Jul 18, 2017
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Produtora de Conteúdo e comunicadora da Plataforma. Formada em Relações Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Carina passou pela editoria da Editora Abril e Folha de São Paulo. Também desenvolve trabalhos como artista visual, mesclando sua bagagem como editora e pesquisadora de tendências elaborando e construindo imagens.
Jul 12, 2017
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De 2013-2017, Lanchonete.org foi uma plataforma cultural conduzida por artistas, focada em como pessoas vivem e trabalham, navegam e compartilham a cidade contemporânea, tendo São Paulo como panorama. O nome vem dos onipresentes balcões das lanchonetes — pontos de comércio amigáveis, sem barreiras, laboriosos e com suas luzes brancas — que ocupam todas as esquinas da cidade. Lanchonete.org foi sobre problemas que cidades grandes encaram, as diferentes formas de “poder urbano”, e o Direito à Cidade, não como uma maneira de definir esses conceitos… mas de esticar a plataforma o máximo possível para considerar diversos pontos de vista. Agora, Lanchonete.org faz a sua transição para a Associação Espaço Cultural Lanchonete.
Jun 22, 2017
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Cultura e comida - uma experiência sobre o entendimento da migração, habitação e trabalho Por Carina Paoletti
Trabalhar com comida combina diferentes interesses do artista Adler Murada dentro de seu processo artístico. Em 2014, em residência em Bogotá (CO), junto com a vídeo artista canadense Nisha Planeteer, começou a utilizar um retroprojetor como suporte para experimentos com projeções de imagem. Os encontros diários no horário das refeições passaram a tomar lugar importante para discussão de pesquisas, mais até do que as rotinas de ateliê. Foi a partir daí que as performances com alimento iniciaram em seu percurso, se formalizando como jantares públicos pensados como trabalho expositivo.
Jun 22, 2017
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Cultura e comida - uma experiência sobre o entendimento da migração, habitação e trabalho Por Carina Paoletti
Trabalhar com comida combina diferentes interesses do artista Adler Murada dentro de seu processo artístico. Em 2014, em residência em Bogotá (CO), junto com a vídeo artista canadense Nisha Planeteer, começou a utilizar um retroprojetor como suporte para experimentos com projeções de imagem. Os encontros diários no horário das refeições passaram a tomar lugar importante para discussão de pesquisas, mais até do que as rotinas de ateliê. Foi a partir daí que as performances com alimento iniciaram em seu percurso, se formalizando como jantares públicos pensados como trabalho expositivo.
Jun 10, 2017
arquivo
Por Carina Paoletti
Pensar a cidade a partir da experiência que se faz com o corpo presente nas ruas. Nos juntamos no dia 25 de maio a convite do Instituto a Cidade Precisa de Você para participar de mais uma edição do PASSEIO URBANO, desta vez, com o Coletivo Micrópolis, grupo de Belo Horizonte que atua desde 2010 na fronteira compartilhada entre a arquitetura, o urbanismo, o design, a ação cultural e a pedagogia. Em residência no mês de junho na Vila Itororó, o coletivo propôs desenvolver um projeto durante a estadia no bairro da Bela Vista que consiste em um conjunto de investigações, ocupações, uma exposição e um protótipo de publicação. O intuito é investigar o que significou e o que pode significar morar na Vila Itororó, tanto em seu histórico residencial quanto em sua perspectiva atual de centro cultural.
Jun 10, 2017
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Por Carina Paoletti
Pensar a cidade a partir da experiência que se faz com o corpo presente nas ruas. Nos juntamos no dia 25 de maio a convite do Instituto a Cidade Precisa de Você para participar de mais uma edição do PASSEIO URBANO, desta vez, com o Coletivo Micrópolis, grupo de Belo Horizonte que atua desde 2010 na fronteira compartilhada entre a arquitetura, o urbanismo, o design, a ação cultural e a pedagogia. Em residência no mês de junho na Vila Itororó, o coletivo propôs desenvolver um projeto durante a estadia no bairro da Bela Vista que consiste em um conjunto de investigações, ocupações, uma exposição e um protótipo de publicação. O intuito é investigar o que significou e o que pode significar morar na Vila Itororó, tanto em seu histórico residencial quanto em sua perspectiva atual de centro cultural.
May 29, 2017
cidadequeer
texto Claudio Bueno e João Simões fotos Carol Godefroid
“Hamba Kahle Mkhonto Mkhonto Mkhonto we Sizwe Hamba Kahle Mkhonto Mkhonto Mkhonto we Sizwe”1
Como parte da oficina “A Revolta do Arco-íris”2, liderada pelo grupo sul-africano Umlilo & Stash Crew, caminhamos por ruas do centro da cidade de São Paulo, até o Cemitério da Consolação, onde encontra-se o jazigo de Andréa de Mayo, ativista dos direitos de travestis e transexuais. Morta em 2000 por complicações posteriores a uma cirurgia para retirada de silicone industrial de seu corpo, a ativista foi impedida de ser sepultada no mesmo jazigo de sua família, sendo então acolhida em outro espaço, cedido pelo amigo e guia espiritual Walter Alegrio – ou Pai Walter de Logun Edé. Até 2016, somente seu nome de registro constava em sua lápide, quando, por iniciativa do Serviço Funerário do Município de São Paulo, houve a retificação e o acréscimo da placa doado pelo professor e arquiteto Renato Cymbalista, que passou a apresentar seu nome social3.
May 16, 2017
cidadequeer
projeto da residência de Jean François-Prost texto Raphael Daibert
“Esses novos acrônimos serão em defesa das causas marginais, de atitudes de vidas urbanas alternativas. A ideia é que reflitam a precariedade ou a ausência de alguma particularidade nos espaços públicos, subvertendo uma marca ou sigla de uma empresa lucrativa (como KFC, CVC etc). É criar um espaço de novas siglas e acrônimos que defendam diferentes direitos na cidade”. Assim Jean-François Prost, artista canadense proveniente do Québec começa a explicar seu processo de pesquisa em São Paulo, durante uma residência de três meses em 2016 com a plataforma Lanchonete.org, dentro do programa Cidade Queer.
May 7, 2017
paim
Durante o ano, muitas vezes tivemos visitas que passaram rapidamente pela Paim, gerando uma série de “Encontros na Paim.” Os encontros foram momentos informais de se sentar junto e discutir o passado e futuro do projeto, com o compartilhamento da experiência e projetos/pesquisas de diferentes visitantes de fora que estavam de passagem pela cidade.
UMLILO & STASH CREW + EXPLODE! - abril de 2017 foto: Explode!/ ©Carol Godefroid
VANESSA ANDREOTTI - maio de 2017
May 1, 2017
cidadequeer
Clique aqui para fazer o download da publicação.
Click aqui o download publication.
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Clique aqui para fazer o download do jogo americano “Astros do Baguncinha”, lançado np evento “na cidade” em 9 de abril, na SP-Arte.
Download a ‘jogo americano’ from the April 9th SP-Arte ’na cidade’ event, Astros do Baguncinha.
Similar to the Quito (Ecuador) edition, Cuiabá is an offshoot of Queer City, which had a focus in São Paulo. The zine was conceived by George Ferraz and illustrated by PogoLand, both Cuiabanos living in São Paulo.
Apr 24, 2017
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No contexto da vinda de Umlilo & Stash Crew (África do Sul) para o Sesc-SP, o programa Cidade Queer promoveu uma conversa sobre performatividade queer/kuir e ativismo LGBTQ+.
A partir da ideia de como usar a música e a performance como forma de articular um ativismo local e transnacional entre artistas kuir de diferentes lugares, foi apresentado o projeto Rainbow Riots, desenvolvido pelxs performers sul-africanxs Umlilo, Joni Barnard e Kyle Dylan De Boer.
O encontro abriu a semana de atividades que xs artistas tiveram em São Paulo. Uma colaboração entre Lanchonete.org e a plataforma Explode Residency!
Apr 9, 2017
paim
‹ › fotos ©Leandro Moraes
Encontro no prédio 14 Bis de lançamento do zine Cuiabá, de George Ferraz e PogoLand. A tarde contou com projeções de vídeomapping do Coletivo Coletores (São Mateus, São Paulo), e desenhos e intervenções “live” de Quinho (São Mateus, São Paulo) e de Sidd Joag (residente Lanchonete.org). Comida de Papel (São Paulo, SP) revisitou a receita do famoso sanduíche cuiabano “Baguncinha”, trazendo novas misturas e ingredientes e formulando também uma versão vegana, preparados deliciosamente no Bar do Tarcísio com a ajuda de Abdoulaye Guibila (Bobo-Dioulasso, Burkina Faso).
Feb 1, 2017
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*Embora o Lanchonete.org tenha sido originalmente um processo de cinco anos, nós continuamos a receber artistas e urbanistas no local da lanchonete e seus arredores até hoje, como Lavi Kasongo, Abdoulaye Guibila, Fernando Pereira dos Santos, Margem, Edgar Calel, Thiago Correia Gonçalves, Andrew O’Connor, Estúdio Vertical, Anat Litwin, Adler Murada (relatório de uma participante, Carina Paoletti, sobre outro participante), Passeio Urbano e Umlilo & Stash Crew. 2018 foi originalmente concebido como uma programação pública, ou Ciclo de Pós-Planejamento, depois dos primeiros cinco anos do projeto.
Oct 7, 2016
episodiohaiti
Por Pierre Michel Jean Tradução Raphael Daibert
“Em outras regiões do Caribe, é como se a comunidade haitiana tivesse um sentimento de constante trânsito, sem nunca chegar a um destino, seja Nova York ou Miami”. É assim que o sociólogo haitiano Laennec Hurbon descreveu já em 1987 no seu livro “Compreender o Haiti” a situação dos imigrantes haitianos no Caribe. Os impactos da ocupação do Haiti pelas forças estadunidenses são tamanhos que o haitiano dificilmente concebe sua felicidade em outro lugar que não os Estados Unidos. As sucessivas crises políticas pelas quais o Haiti já passou depois dos anos 1986 não ajudou para que houvesse uma mudança de percepções. Em 2009, uma declaração do Banco Mundial estimou que é por volta de 1 milhão o número de haitianos que vivem no exterior. A metade desta população de migrantes vive nos Estados Unidos. Em 2014, esta diáspora contribuiu com o envio de mais de 1.923 bilhões de dólares de transferências ao Haiti. Consiste em 20% do PIB do Haiti na época.
Aug 26, 2016
cidadequeer
Como parte de uma série de eventos públicos com a presença de convidadxs internacionais e locais do Cidade queer (Lanchonete.org + Musagetes), dia 9 de setembro, às 18h em parceria com .Aurora temos o prazer de convidá-lxs ao workshop “Mala embaixo da cama”, proposto pelos artistas Ajamu Ikwe-Tyehimba, Patrick Hebert e Eduardo Carrera.
Mala embaixo da cama
Quais são os itens que você guarda, estima e se importa relacionados à sua própria identidade sexual e de gênero ou à de outra pessoa? Alguns desses itens nunca chegaram a ver a luz do dia? Quais são as memórias, sentimentos, emoções, segredos e fofocas associados a esses materiais?
Aug 20, 2016
cidadequeer
Equipe Explode! Residency Explode! team
Claudio Bueno, 1983, São Paulo. É artista multimídia, professor, doutor em Artes Visuais pela ECA-USP, 2015, com a tese intitulada “Campos de Invisibilidade”. Suas práticas se desdobram a partir da experiência do corpo e seus atravessamentos pelos espaços, relações e tecnologias. Participou de exposições e residências nacionais e internacionais, como “Videobrasil em Contexto”, 2012 (Delfina Foundation/Londres e Casa Tomada/São Paulo), “Where the streets have no name”, Hessel Museum of Art/CCS Bard (Nova York); “Grau Zero”, Paço das Artes (São Paulo), entre outras. Realizou falas públicas em galerias e espaços culturais como Whitechapel Gallery (Londres), Humboldt-Universität (Berlim) e diversas universidades brasileiras. Recebeu prêmios como Menção Honrosa no Prix Ars Electronica (Linz), Rumos Arte Cibernética (São Paulo) e Transitio_MX (Cidade do México). Atualmente integra O grupo inteiro (Carol Tonetti, Ligia Nobre, Vitor Cesar e Cláudio Bueno), com o qual participa da mostra “Playgrounds 2016”, MASP/Sesc e colabora com o artista Jorge Menna Barreto na espacialização da obra Restauro, em exibição na 32a Bienal de Artes de São Paulo; realiza o projeto Intervalo-Escola, junto com Tainá Azeredo, que pesquisa e experimenta modos de aprendizagem em artes, atualmente na Amazônia e em São Paulo; e pesquisa questões relacionadas a gênero, música e periferia através da plataforma Explode!, da qual é cocurador ao lado de João Simões.
Aug 17, 2016
episodiohaiti
Residency concept by Todd Lanier Lester (Lanchonete.org) and Maude Malengrez (FOKAL).
Aug 17, 2016
episodiohaiti
Texto por Raquel Borges e Daniel Lima
Um acordo diplomático entre EUA, França e Brasil mantém há 12 anos o Brasil à frente da ocupação militar no Haiti. Criada em 2004 pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas - ONU, a Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti - MINUSTAH tem o propósito de “restaurar a ordem” no Haiti após um período de intervenção dos EUA e deposição do presidente Jean-Bertrand Aristide. Com interesses em assumir um papel de destaque internacional, o Brasil assume a liderança da operação. Este foi o ponto de partida para aproximandamente 70 mil hatianos imigrarem para o país.
Aug 17, 2016
episodiohaiti
G1, 16/09/2016 — Onda de haitianos que deixou Brasil chega na fronteira entre EUA e México
NEXO, 20/06/2016 — Qual a diferença entre visto humanitário e refúgio
Folha de S. Paulo, 08/05/2016 — Para fugir da crise, haitianos trocam o Brasil pelo Chile
Folha de S. Paulo, 08/05/2016 — Falta de estrutura marca jornada de haitianos entre São Paulo e Santiago
Carta Capital, 01/06/2014 — Missão brasileira no Haiti completa 10 anos em meio a incertezas
Aug 17, 2016
episodiohaiti
Cronologia da pesquisa de Pierre Michel Jean durante seu período de residência em São Paulo
Junho 12 a 18/06 Chegada no Brasil Apresentação no Projeto Novas Diásporas - Episódio Haiti (Goethe Institut/ Invisíveis Produções) Encontro com a comunidade haitiana em São Paulo
19 a 25/06 Festival Internacional do Refugiado Visita à Missão Paz Visita ao MIS-SP Tour pela cidade de São Paulo Visita aos bairros de haitianos em São Paulo e início das entrevistas
Aug 15, 2016
cidadequeer
https://vimeo.com/345498649
O filme Cidade Queer, de Danila Bustamante, contêm cenas do Ball do ATAQUE! –
*Veja mais no site do EXPLODE!
ATAQUE! foi a primeira competição internacional de voguing e ballroom em São Paulo, que ocorreu em setembro de 2016, como parte do encerramento do Ciclo da Cidade Queer de 2016, assim como da abertura da Bienal de São Paulo deste mesmo ano. No período entre meados de agosto e meados de setembro de 2016 ocorreram as últimas atividades do calendário formal do Cidade Queer, como as últimas duas edições da Janta: comida queer/política queer (Janta#7/Janta#8), a Residência EXPLODE!, Oficina Mala embaixo da cama com Ajamu X, e o projeto Acronymia de residência do Jean François-Prost, culminando no evento do Ball do ATAQUE! Embora outros eventos possam ser planejados antecipadamente, o Ball precisava permanecer aberto com detalhes finais de produção que foram finalizados durante a Residência EXPLODE! nas semanas anteriores. ATAQUE! durou um sábado inteiro, no início de setembro de 2016, na Praça das Artes, e consistiu de conversas, oficinas, uma exposição de fotografias, o Laboratório Gráfico Desviante, competições, apresentações, o Ball em si, e o anúncio da nova House of Zion- Brasil.
Aug 15, 2016
cidadequeer
Aug 11, 2016
cidadequeer
Aug 7, 2016
cidadequeer
O cartaz acima foi produzido a partir das frases do Freud sobre o conceito de “uncanny”, estranho familiar, e utilizando, como base, as palavras análogas a queer, levantadas e discutidas durante os encontros do laboratório gráfico desviante.
palavras análogas estranho, divergente, disruptor, imigrante, diferente, invertido, esquisito, perturbador, irreconhecível, menor, cuír, ativista, libertino, marginal, apartado, inoportuno, torto, desavergonhado, alheio, meliante, degenerado, inquietante, impertinente, anormal, esquivo, excêntrico, ermo, singular, assaltante, desviante, imigrante, diferente, invertido, esquisito, irreconhecível, anômalo, anormal, atípico, bizarro, defeituoso, deformado, desviado, duvidoso, errado, esdrúxulo, estapafúrdio, estrangeiro, estropiado, excêntrico, excepcional, exótico, extraordinário, extravagante, grosseiro, imperfeito, inabitual, incomum, indecente, infrequente, intruso, irregular, mal-acabado, oblíquo, refugiado, sem-vergonha, tosco, traiçoeiro, transviado, vagabundo
Aug 5, 2016
cidadequeer
Programação pública / Public Program Entre os dias 23 de agosto e 02 de setembro, a Explode! Residency realizará, além dos encontros fechados entre os residentes, uma série de atividades abertas. Confira a agenda, programe-se e esteja conosco!
Todos os eventos são gratuitos e acontecerão na casa da residência, localizado na Rua Itamar Torino, 73, Vila Alzira (conhecida como Vila Nova York).
Resumo da programação
23 de agosto, cinema, às 19h, “Meu Amigo Cláudia”, de Dácio Pinheiro, seguido de conversa com Aretha Sadick e Duda Babaloo 25 de agosto, projeções e falas, às 19h, Corpos e Periferias, com Renata Martins, Ezio Rosa e Jota Mombaça 26 de agosto, das 10h às 12h, gravação de video-performance, seguida de conversa com a artista Juliana Santos e sua avó 27 de agosto, a partir das 13h, almoJANTA #7 – comida queer, cidade queer. 27 de agosto, das 10h às 21h, Mostra Explode! Queer Rap – Exibição de videoclipes de músicos que tem se mesclado à cena do rap (frequentemente machista e lgbtqfóbica), redesenhando esse circuito. Esses rappers, localizados em diferentes partes do mundo, criaram hoje um novo contexto que tem sido reconhecido, ainda que não completamente delimitado, como Queer Rap. 27 de agosto, das 11h às 13h, Fala “Semana da Visibilidade Lésbica”. Organizada por Camila Furchi, a fala irá acontecer na Unidade Móvel do Centro de Cidadania LBGT Laura Vermont, estacionada em frente à casa. 27 de agosto, a partir das 15h, Introdução à cultura ball norte americana com Michael Roberson, seguido de workshop de waack, vogue e stiletto com o Legendary Pony Zion (NYC), Felix Pimenta, Danna Lisboa, projeto Diana e convidados. No som: Tiago Guiness. 28 de agosto, Batalha Explode! de vogue, com Pony Zion, Felix Pimenta, Danna Lisboa, projeto Diana (Danila Bustamante, Flávio Franzosi e Tiago Guiness) e demais convidados. Essa programação estará aberta a todxs xs interessadxs nas batalhas! Esteja preparadx! 29 de agosto, às 15h, Conversa: “Trânsito”, com Pierre-Michel, Jean; “Não vamos obedecer”, com Daniel Lima e “Afrotranscendence”, com Diane Lima 30 de agosto, às 15h, Debate: Políticas Queer, com Cadu Oliveira/Revolta da Lâmpada, Elvis Stronger/Família Stronger, Camila Furchi e Salete Campari/Centro de Cidadania LGBT de São Miguel Paulista e Elida Lima (Cursinho Popular Transformação e #partidA) 30 de agosto, às 19h, “São Paulo em Hi-Fi”, do diretor Lufe Stefen 31 de agosto, às 15h, Apresentação dos processos de VESTIRCORPONÚ = EXPLOSÃO, de Aretha Sadick e convidados. 01 de setembro, às 17h, Conversa, Propostas para uma Pedagogia Queer, com Tainá Azeredo, da Intervalo-Escola; Michael Roberson, do coletivo Ultra-red; Eda Luiz, do CIEJA Campo Limpo; e Shawn Van Sluys, falando sobre Free Home University. 02 de setembro, 12h, Performance de encerramento, com Bruno Mendonça
Aug 3, 2016
cidadequeer
Entre os dias 23 de agosto e 2 de setembro acontecerá a Explode! Residency. Conheça abaixo os artistas, performers, educadorxs, dançarinxs e agentes culturais que integrarão a residência.
Between August 23rd and September 2nd will happen the Explode! Residency will take place. See below the artists, performers, educators, dancers and culture makers who will be part of the residency.
Aretha Sadick
Cadu Oliveira – MBA em Gestão de Pessoas pela Anhanguera, formado em Marketing e Vendas pela Universidade Anhembi Morumbi. Com Iniciação em CNV( comunicação não violenta, com Sandra Caselato e Yuri Haasz -julho de 2015) e Justiça Restaurativa(desde maio desse ano com Mônica Mumi). Faz extensão para a Formação para Educadores: Coordenação de Grupos de Juventudes( desde de agosto desse ano com Helena Lucchino). Envolvido em ações de voluntariado desde 1996, hoje militante no coletivo Revolta Da Lâmpada e no Grupo Cume. Também fez parte da produção da 1ª Conferência [SSEX BBOX]/Mix Brasil. Mediou e compôs mesas de debate sobre Diversidade Sexual e de Gênero na USP( Faculdade de Educação), Casper Líbero, Fesp e UNIP.No Festival Afreaka mediou uma mesa sobre a interseccionalidade entre negros e LGBTs com participação de Ezio Rosa do Bicha Nago e de Fauzia Mangóre do Lambda Mozi(Moçambique). Compôs as mesas de Divulgação da Crowdfunding para realização do documentário Eu_JeanWyllys, sobre vídeo ativismo e feminismos. Ministrou oficinas nas ocupações secundaristas de Jundiaí e região usando o documentário Vozeria como mote para a discussão de gênero e sexualidade. Participou da semana da Juventude em Jundiaí com o tema #SomosTodosDiferentes, falando sobre as diferentes opressões ligadas ao gênero, etnia, sexualidades e classe. Conselheiro de Cultura LGBT da Secretaria de Cultura de Jundiaí.
Jul 21, 2016
episodiohaiti
Ensaio fotográfico Pierre Michel Jean Textos Daniel Lima e Raquel Borges
Neste exato momento Emilien (nome fictício) haitiano, 36 anos, nascido em Gonaïves, atravessa uma floresta pantanosa entre a Colômbia e o Panamá. Num caminho inverso, Emilien relembra sua ida ao Brasil. Agora ele refaz a rota no sentido inverso, desta vez para sair do Brasil em direção aos EUA.
Partindo de São Paulo por avião até Porto Velho, tomou um ônibus até Rio Branco e de lá cruzou de taxi a fronteira com o Peru. De ônibus, Emilien cruzou o Peru, o Equador e a Colômbia. A fronteira com o Panamá é sua próxima etapa. De lá tentará embarcar para os EUA com documentos falsos feitos em São Paulo. No seu “novo” passaporte a nacionalidade congolesa, acompanha novo nome, nascimento e parentes. Tudo a ser devidamente decorado para o pedido de asilo político nos EUA.
Jul 15, 2016
episodiohaiti
Por Pierre Michel Jean Tradução Raphael Daibert
“Em outras regiões do Caribe, é como se a comunidade haitiana tivesse um sentimento de constante trânsito, sem nunca chegar a um destino, seja Nova York ou Miami”. É assim que o sociólogo haitiano Laennec Hurbon descreveu já em 1987 no seu livro “Compreender o Haiti” a situação dos imigrantes haitianos no Caribe. Os impactos da ocupação do Haiti pelas forças estadunidenses são tamanhos que o haitiano dificilmente concebe sua felicidade em outro lugar que não os Estados Unidos. As sucessivas crises políticas pelas quais o Haiti já passou depois dos anos 1986 não ajudou para que houvesse uma mudança de percepções. Em 2009, uma declaração do Banco Mundial estimou que é por volta de 1 milhão o número de haitianos que vivem no exterior. A metade desta população de migrantes vive nos Estados Unidos. Em 2014, esta diáspora contribuiu com o envio de mais de 1.923 bilhões de dólares de transferências ao Haiti. Consiste em 20% do PIB do Haiti na época.
Jul 14, 2016
cidadequeer
Esta edição do Janta encerrou o projeto CABINE, idealizado pelos artistas Bruno Mendonça e Natalia Coutinho, que aconteceu durante o mês de julho no espaço • Aurora. A ideia foi discutirmos e trocarmos experiências baseadas no processo da curadoria do projeto dos artistas. A dupla preparou uma performance audiovisual na qual trabalharam a linguagem do spoken word durante a Janta.
O projeto CABINE surgiu de um intenso processo de interlocução nos últimos anos entre os artistas e, para eles, consiste em uma publicação espacializada através de materiais audiovisuais e impressos: uma espécie de zona discursiva e dialógica onde expandem esse processo e exibem parte do cruzamento de suas pesquisas. A partir de processos de montagem e manipulação de materiais audiovisuais que fazem parte de suas pesquisas, os artistas criam um outro produto audiovisual a partir da apropriação de filmes e vídeos, inteiros ou não – no caso se utilizando de excertos, fragmentos e stills – criando uma espécie de hipertexto ou metanarrativa que vai se construindo a partir de ligações ora diretas, ora indiretas e muitas vezes subjetivas. É uma espécie de outra-escrita que surge a partir destas ligações.
Jun 27, 2016
cidadequeer
A Janta deste mês celebra a cultura tradicional brasileira, questionando as concepções de gênero tão enraizadas em nossas celebrações. O binarismo de gênero é facilmente identificável nas vestimentas (camisa e calça jeans para os homens, e vestidos e trancinhas para as mulheres) e até nas danças propostas (o casamento entre um casal heterossexual, comandado por um padre da religião católica). A Janta “TRANSarau Julino + Queerdrilha” quer mostrar que existem outros modos de vida e outras celebrações possíveis dentro de nossos ícones tradicionais.
Jun 27, 2016
cidadequeer
Cineclube .Aurora + Cidade Queer O espaço .Aurora e o programa Cidade Queer, desenvolvido por Lanchonete.org com o apoio de Musagetes, tem o prazer de receber o projeto CABINE dos artistas Bruno Mendonça e Natalia Coutinho.
O projeto CABINE surgiu de um intenso processo de interlocução nos últimos anos entre os artistas e para eles consiste em uma publicação espacializada através de materiais audiovisuais e impressos: uma espécie de zona discursiva e dialógica onde os artistas expandem esse processo e exibem parte do cruzamento de suas pesquisas.
Jun 23, 2016
cidadequeer
Cidade Queer é uma iniciativa de Lanchonete.org com a fundação Musagetes. O programa conta com diversas ações que se articulam pela relação entre Queerness e a vida na cidade contemporânea. Vincula-se à ideia de direito à cidade, estabelecida pelo filósofo e sociólogo francês Henri Lefebvre. O objetivo é abrir discussões sobre a possibilidade de vivência na cidade fora de uma lógica normativa e que expandam o próprio conceito queer, tendo São Paulo como perspectiva.
Jun 23, 2016
cidadequeer
Jun 20, 2016
cidadequeer
No quarto encontro levantamos a questão da normatividade nas publicações. Para além do problema das fronteiras das línguas e traduções, é possível superar a dicotomia forma X conteúdo? Projeto X processo? Como desnormatizar as operações e decisões editoriais e de design gráfico? Como desviar dos estabelecidos cânones? Cada integrante levou exemplos de publicações que de alguma forma abordam as margens e interceções entre conteúdo e forma. Pensar a estrutura de um livro em projeto editorial é tratar da forma do projeto. A forma não é apenas vinculada ao design mas também a escolhas e decisões editoriais. O design por vezes traz um excesso que confunde ao invés de ressaltar e trabalhar no mesmo sentido do conteúdo. No caso de uma publicação que questione os cânones tanto das normas da língua, quanto editoriais e de desenho gráfico, como orquestrar o projeto para além dessa dicotomia forma X conteúdo? É possível superar essa forma binária de entendimento de um projeto?
Jun 20, 2016
zonadamata
Artistas e colaboradores: Antonio Sobral, Carol Ramos, Edgar Calel, Faetusa Tezelli, Fernando Gregório, Gabriela Leirias, Rede Novos Parques, Rodrigo Bueno, Tamara Gigliotti e Todd Lester
Equipe Zona da Mata: Rodrigo Bueno, Todd Lester, Joel Borges, Carol Ramos, Tatjana Lorenz, Raphael Daibert, Gian Spina e Demétrio Portugal
Jun 13, 2016
cidadequeer
No terceiro encontro o incômodo com a tradução ou não-tradução do termo queer acabou sendo amenizado com a solução de palavras análogas que podem percorrer um texto. Para substituição da palavra “queer” pelas análogas/sinônimos, Thiago Hersan, o garoto de programação do grupo, desenvolveu um plugin para o browser Google Chrome onde é possível inserir palavras quaisquer no box de opções e em seguida automaticamente as palavras “queer” que aparecerem nas páginas do browser serão substituídas pelas novas escolhas de palavras vizinhas ou análogas. A extensão sorteia uma palavra diferente toda vez que o browser encontra a palavra “queer”. Para ver e modificar a lista de palavras é só clicar em “options”, clicando no ícone que fica no canto superior direito (ver foto).
Jun 10, 2016
zonadamata
Jun 9, 2016
zonadamata
Em meio a crescente onda de agricultura urbana e ocupações de espaços públicos em São Paulo, a demanda de áreas cultivadas ainda é imensa. O laboratório Zona da Mata nasce da necessidade de experimentações e colaborações coletivas em torno do retomada verde da cidade. Um espaço de troca, onde as dinâmicas possam mapear e inspirar interações dentro e fora do Instituto. Qual a memória do solo, das árvores? O que podemos imaginar e fazer juntos? Pode ser um jardim-horta, uma horta-floresta, um viveiro-cozinha-ateliê, um refúgio de contemplação? Certamente um lugar de encontro e fluxo de informação, inspiração e cultivo. Com a impossibilidade de grandes investimentos imediatos, a saída foi germinar o projeto e deixá-lo crescer gradualmente. Como uma escultura viva, o laboratório iniciou um programa de investigações de práticas ambientais e artísticas, como rodas de conversa e mutirões preparando o terreno e a fertilização de narrativas de integração entre o meio ambiente e a produção de arte, educação e cultura. Em um momento de grande questionamento da representatividade política, brotam pelas rachaduras do cotidiano a necessidade de pertencimento à cidade, apropriação dos saberes da terra, acesso ao alimento e plantio do que podemos chamar de ecologia sistêmica ligada a outras eficácias mais permeáveis e criativas. O laboratório Zona da Mata espelha-se na busca de um ambiente integrado entre a cidade e o campo, como um banco de idéias e experiências autônomas, próximas de uma sensibilidade descolonizada, e que promovam o intercâmbio, a criatividade e a consciência da diversidade. O processo de renovação tem sido um chamado para aulas e vivências participativas com o intuito de estreitar laços com a comunidade e o entorno, apresentando métodos e leituras da paisagem. Onde o ser humano possa ser visto como força integrada ao que chamamos de natureza, parte de uma engrenagem, literalmente um jardim dentro de outro jardim. A inspiração vem da visão integrada da flor da Permacultura, uma cultura holística de planejamento e cultivo sistêmico, cujo ritmo que direciona as decisões é o passo a passo. No centro desse esquema temos a ética e o design e em seu entorno surge uma sequência interligada de pétalas que se abrem sucessivamente: o manejo da terra e os recursos energéticos, as questões sobre auto-gestão e governabilidade, a saúde física e espiritual, o bem estar ao lado da educação alternativa e dos legados tradicionais dos povos originários (sua cosmogonia), analisados como ferramentas e tecnologias que alimentam a estruturas físicas e metafísicas de cultivo, cuidado, construção e abrigo. A programação que segue até o final do ano traz o diálogo e a prática de vários artistas, ambientalistas, permacultores, ativistas e coletivos que tem deixado um legado físico, simbólico e político para a cidade. As investigações dessa primeira fase no quintal do Goethe já tiveram dias intensos com sensibilizações e dinâmicas territoriais com Peter Webb e Tomaz Lotufo, a pesquisa sobre jardinagem, tempo e espaço de Gabriela Leirias e Faetusa Tezelli, a inegável importância da ancestralidade presente na cultura indígena e no trabalho desenvolvido pelo Atelie Mata Adentro para os tempos sombrios em que vivemos e a escola de ativismo gestada dentro e fora dos Parque Augusta. Estão todxs convidadxs para as próximas atividades, que vão se expandir para outras regiões da cidade e adquirir um tom mais propositivo: plantar, fazer, construir.
Jun 9, 2016
zonadamata
Zona da Mata - Laboratório Ambiental no quintal do Goethe-Institut São Paulo Em meio a crescente onda de agricultura urbana e ocupações de espaços públicos em São Paulo, a demanda de áreas cultivadas ainda é imensa. O laboratório Zona da Mata nasce da necessidade de experimentações e colaborações coletivas em torno do retomada verde da cidade. Um espaço de troca, onde as dinâmicas possam mapear e inspirar interações dentro e fora do Instituto.
Jun 6, 2016
cidadequeer
O segundo encontro se inicia com a retomada da questão da tradução do termo queer e o problema das línguas latinas referente ao gênero.
Abordar queer para além da questão de gênero e sexualidade é trazer de volta suas raízes etimológicas/históricas? Tudo o que não se encontra em definitivo, categorizado, catalogado, é queer? O artista-ornitorrinco. O ciborgue, awkward, unheimlich (o estranho familiar, inquietante, ameaçador). Mais interessante talvez do que a tradução do termo seria fazer uma lista de palavras análogas para dar conta de queer enquanto conceito que queremos abordar no Laboratório e no projeto Cidade Queer.
Jun 2, 2016
cidadequeer
While some of these projects are still taking shape, here are some examples:
- Artist residencies that enable international artists to be a part of public events and those convened by KUIR City, e.g. Mix Brasil Festival—Carlos Motta (Colombia), Maya Mikdashi (Lebanon), Niki Singleton (Canada), Thea Little (US)—and In Between, a conference on public policies for transitory spaces for which Jean-Francois Prost (Canada) was a speaker within a broader three-week research residency in the Center of São Paulo;
Jun 1, 2016
cidadequeer
2018
Late in the Cidade Queer process (Dec 2018-Jan 2019), EXPLODE!, Lastro and Lanchonete.org created an exhibition entitled Textão for the Museum of Sexual Diversity , a municipal museum inside the Republica Metro station. (external press)
TravaLíngua presented its vocal and performative experiment as research for Diálogos e Transgressões at SESC Santo Amaro in Feb 2018. (catalogue)
2017
Cidade Queer, a film by Danila Bustamante was completed and began art and film festival circuit (March)
Cidade queer: uma leitora was launched at Feira Plana by Publication Studio, along with Cuiabá, a zine by PogoLand and George Ferraz (March)
Jun 1, 2016
cidadequeer
*Veja mais no site do EXPLODE!
Trata-se de um encontro-residência que buscará instaurar um espaço de estudo, experimentação e debate em torno de corpos que escutam, dançam, resistem, manifestam-se e tornam-se visíveis, a partir da experiência e exposição a diferentes tipos de sons e músicas, advindos, principalmente, das periferias.
Propomos uma imersão de onze dias (entre 23 de agosto e 02 de setembro de 2016) em uma casa na zona leste de São Paulo, localizada na Vila Nova York, onde morou Cláudio Bueno (cocurador do projeto), até os 22 anos. Nesse local, estará reunida uma comunidade de artistas, músicxs, dançarinxs, agentes culturais e pesquisadores, engajadxs em pensar e apresentar, a partir dessa zona autônoma temporária, as potências desses corpos periféricos urbanos, prontos para assumir o protagonismo e a transformação do mundo atual tomado por retrocessos, conservadorismos e violência.
Jun 1, 2016
cidadequeer
Janta: comida queer/política queer, é um jantar mensal na casa de Paulo Goya, no Casarão Belvedere. Depois de conduzir uma caminhada novembro passado — e vendo quanto interesse existe em ‘relembrar’ a historia queer da cidade junto, enquanto fazemos parte de seu futuro — Paulo e Thiago Carrapatoso propuseram um jantar regular para fazer exatamente isso. Em outras palavras, a ideia da Janta era de ’estar em casa’ com uma comunidade, e de desfrutar da companhia um/a de outre ao redor de uma comida deliciosa… e de um debate intenso! A Janta serve como um trampolim para uma série de projetos de todos os tamanhos dentro da iniciativa do Cidade Queer.
Jun 1, 2016
cidadequeer
Como podemos representar queer? Tem queer um gênero? Podemos traduzir a palavra queer, já que em línguas latinas, como português, espanhol, francês e italiano, temos que associar verbos e substantivos a um gênero?
A ideia do Laboratório Gráfico Desviante baseia-se nestas questões e propõe investigar possibilidades de representações para queer através de imagens, palavras e textos. É criar uma representação de algo que não existe em nossa categorização binária conservadora.
Jun 1, 2016
cidadequeer
Lambe Workshop (paste up/ poster bombing and stecil)
idealização e realização Bruna Amaro, Juliana dos Santos e Thiago de Paula Souza parceria Casa de Cultura da Brasilândia
fotos Laura Daviña
O projeto Cidade Queer tentou, em seu programa, descentralizar na cidade a discussão sobre os modos de vida não normativos, entendendo que esse conceito − muito discutido em âmbitos acadêmicos e de maior poderio econômico − é vivido cotidianamente em outros locais.
Jun 1, 2016
cidadequeer
O pensamento Hetero— Wittig, Monique pdf download
Interpretações imundas de como a Teoria Queer coloniza nosso contexto sudaca1, pobre de aspirações e terceiro-mundista, perturbando com novas construções de gênero aos humanos encantados com a heteronorma — Hija de Perra pdf download
“Un circuito que (nos) implica y (nos) provoca, que está en la universidad,que es un espacio donde queremos -y más aún- debemos tensionar. Existe una apuesta política que como disidentes sexuales hacemos con el feminismo, con sus imbricadas formas, con un feminismo polisémico, amplio, un feminismo quimérico, donde encontrar nuestros espacios, siempre locales, abiertos a nuevas prácticas y manifestaciones de lo político de nuestros cuerpos, de nuestras interrupciones, que –como este circuito– nos posibilitó en rebeldía y compromiso. La publicación de estos textos, sin duda establecen una mirada, una parcialidad crítica que como Coordinadora Universitaria por la Disidencia Sexual (CUDS) hemos luchado por conseguir, porque los debates nunca son sólo únicos, siempre existe la posibilidad del reverso en las formas que se manejan nuestros cuerpos y subjetividades, siempre existe ese pensamiento disidente, pues entendemos la teoría como práctica y entonces es ahí donde queremos posicionarnos,donde hemos querido estar. Y así entonces volvemos a ese primer fragmento que nos posibilitó y nos hizo recrear este circuito que en su desarrollo tensionó y buscó descifrar identidades únicas y modélicas que se resisten a la posibilidad de un quiebre en la forma en que vemos y representamos la realidad. “En otras palabras, caemos en un feminismo sin mujeres; donde la posición “mujer” (un emplazamiento en el discurso) es sólo (como vimos) el sitio de oposición política y resignificación. Este desplazamiento no parece beneficiar los objetivos específicos de las mujeres reales”[1]. Nosotros no estamos tan seguro de aquello.”
Jun 1, 2016
cidadequeer
Dar a um programa de atividades o nome de Cidade Queer se anuncia como uma ocasião para admitir que não definimos o que é queer ou para imaginar que isso signifique uma coisa só e, então, perguntar abertamente como um futuro urbano queer pode vir a ser ou parecer? José Esteban Muñoz começa seu livro Cruising Utopia: The Then and There of Queer Futurity [A utopia cruising_: o momento imediato da futuridade queer_], de 2009, com os seguintes termos: “Queerness é uma aspiração rumo ao futuro. Ser queer é imaginar melhores futuros possíveis”.
May 30, 2016
cidadequeer
No primeiro encontro do Laboratório problematizamos a questão da normatividade e padrões de representação predeterminados. Tomando como ponto de partida alguns exemplos, como uso de cores para diferenciar sexo e tipografias pré-estabelecidas em sinalização urbana e softwares, cada integrante foi trzendo um pouco de sua experiência. Seria possível fugir da normatividade sem impor ou estabelecer uma nova norma? Talvez o único meio a partir do qual pode representar sem se basear em pré-definições seria a própria voz. A escrita com próprio punho. A autorepresentação.
May 28, 2016
cidadequeer
O evento “Arte e feminismos no combate ao autoritarismo” foi um encontro para discutir possibilidades políticas e conexões afetivas em tempos difíceis, com foco na arte e feminismos como campos de resistência e diversidade. A programação teve a participação de ativistas, feministas, pesquisadoras, artistas e editoras, e o apoio do programa Cidade Queer (Lanchonete.org e Musagetes) e Jornal de Borda.
Além das três mesas de debate houve lançamentos do Jornal de Borda 3 e Ensaio 6 – “Por que não houve grandes mulheres artistas?” de Linda Nochlin, no .Aurora.
May 19, 2016
cidadequeer
O encontro “Janta - Comida queer, Política queer” desta edição tratou do tema queer na tecnologia. O jantar mais uma vez aconteceu no Casarão do Belvedere, na Bela Vista, tendo como anfitrião o ator Paulo Goya. Discussões e trocas de experiência sobre a temática se deram de forma tranquila ao redor da mesa.
Nos anos recentes, se viu um crescimento da discussão de gênero dentro do mundo da tecnologia, tendo as mulheres conseguido grande protagonismo ao organizar eventos como a RodAda Hacker, PrograMaria, entre outros. No ano passado, o grupo Laboria Cuboniks lançou o manifesto Xenofeminsmo em que argumenta por um outro princípio de feminismo, que envolve a tecnologia em sua estrutura óssea. Como diz o manifesto, “XF constrói um feminismo adaptado [à ubiquidade tecnológica]: um feminismo com habilidades, escalas e visões sem precedentes; um futuro em que a realização da justiça de gênero e emancipação feminista contribuem para uma política universalista construída das necessidades de cada humano, trespassando gênero, habilidade, capacidade econômica, e posição geográfica. Sem mais a repetição sem futuro na esteira do capital, sem mais a submissão à escravidão do trabalho – produtivo e reprodutivo –, sem mais a reificação do que é dado mascarado de crítica. Nosso futuro requer despetrificação. XF não é uma tentativa para revolução, mas uma aposta no longo jogo da história, demandando imaginação, destreza e persistência.”
May 14, 2016
cidadequeer
Lambe Workshop (paste up/ poster bombing and stecil) idealização e realização Bruna Amaro, Juliana dos Santos e Thiago de Paula Souza parceria Casa de Cultura da Brasilândia
fotos Laura Daviña
O projeto Cidade Queer tentou, em seu programa, descentralizar na cidade a discussão sobre os modos de vida não normativos, entendendo que esse conceito − muito discutido em âmbitos acadêmicos e de maior poderio econômico − é vivido cotidianamente em outros locais.
Apr 14, 2016
cidadequeer
O encontro “Janta – Comida , Política ” desta edição teve como tema o feminismo. O jantar aconteceu no Casarão do Belvedere, na Bela Vista, e teve como anfitrião o ator Paulo Goya. Discussões e trocas de experiência sobre a temática se deram de forma tranquila ao redor da mesa.
Em diversos momentos do ciclo, surgiu o questionamento sobre onde estaria a discussão feminista em nossas atividades. Na edição #2 da Janta, usamos como referência um artigo de Hija de Perra em que ela cita o artigo de um autor publicado no livro “Por un feminismo sin mujeres”, organizado pela Coordinadora Universitaria por la Disidencia Sexual (CUDS). No texto de introdução deste livro, Jorge Díaz Fuentes diz: “Existe una apuesta política que como disidentes sexuales hacemos con el feminismo, con sus imbricadas formas, con un feminismo polisémico, amplio, un feminismo quimérico, donde encontrar nuestros espacios, siempre locales, abiertos a nuevas prácticas y manifestaciones de lo político de nuestros cuerpos, de nuestras interrupciones, que –como este circuito– nos posibilitó en rebeldía y compromiso."
Mar 23, 2016
cidadequeer
Depois de discutir a inserção do queer no espaço urbano, o ciclo de atividades Cidade Queer / Queer City, organizado pela residência Lanchonete.org e a fundação canadense Musagetes, realiza mais um encontro “Janta - Comida Queer, Política Queer”. Nesta edição, o tema a ser tratado é a intersecção da arte e a tradução do queer para terras latino-americanas, o que ficou denominado como ‘kuir’. O jantar mais uma vez acontece no Casarão do Belvedere, na Bela Vista, tendo como anfitrião o ator Paulo Goya. A ideia é discutirmos e trocarmos experiência sobre a temática de forma bem informal e tranquila.
Feb 25, 2016
cidadequeer
Como parte do ciclo de atividades Cidade Queer / Queer City, organizada pela residência Lanchonete.org e a fundação canadense Musagetes, a série de encontros “Janta - Comida Queer, Política Queer” promove o encontro entre diferentes atores na cidade para discutir, uma vez por mês, a perspectiva queer quando o assunto é urbanismo e a cidade. Os jantares acontecem dentro do Casarão do Belvedere, na Bela Vista, tendo como anfitrião o ator Paulo Goya. Na temática deste primeiro encontro está a questão mais geral do ciclo de atividades: “O queer e o urbano”. A ideia é trocar ideias e experiências sobre o que seria esse queer dentro das discussões urbanas e como ele se insere em aspectos mais emergentes e não-hegemônicos da cidade.
Nov 21, 2015
cidadequeer
Idealizada pelo curador Thiago Carrapatoso, a caminhada pelo Centro de São Paulo teve como principal objetivo retomar a história LGBT+ na região através do compartilhamento de experiências pessoais. É valendo-se das vidas reais de moradores locais que se pode entender e definir as referências culturais LGBT+ que estão caindo no esquecimento por causa do interesse crescente do mercado imobiliário na região. O ator Paulo Goya conduziu a caminhada e contou suas experiências, indicando os lugares que frequentava no passado e mostrando a relação intrínseca entre o centro da cidade e a história LGBT+. A Rede Paulista de Educação Patrimonial (Repep) participou explicando sua nova metodologia para proteger o território da especulação imobiliária através da cultura imaterial.
Nov 20, 2015
cidadequeer
Por ocasião do 23o Festival Mix Brasil, a Lanchonete.org e a Musagetes oferecem em parceria um programa de atividades centradas na relação entre queerness e a vida na cidade contemporânea.
O programa conta com quatro partes: uma sessão de cinema, um painel de discussão, uma caminhada pelo centro da cidade e uma conversa aberta.
Ele servirá para lançar um trabalho de seis meses sobre queerness e a vida na cidade contemporânea – de certa forma relacionado à ideia de direito à cidade, estabelecida pelo filósofo e sociólogo francês Henri Lefebvre –, envolvendo participantes locais (e internacionais) que atuam como artistas, ativistas, urbanistas, arquitetos, pesquisadores, pensadores e também pessoas com quem simplesmente compartilhamos a cidade.
Nov 5, 2015
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Oct 28, 2015
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Lanchonete.org is an artist-led progressive cultural platform focused on how people live and work in, share and survive the contemporary city with the Center of São Paulo as our outlook. It gets its name from the ubiquitous lunch counters—convivial, fluorescent-lit, open-walled, laborious, points of commerce—that populate almost every street corner. One of its members, Todd Lanier Lester blogged regularly for Residency Unlimited DIALOGUES over the course of the five-year project. View video interviews here.
Oct 1, 2015
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Founded in 2012, PIVÔ is a non-profit cultural organization that operates as a platform for exchange programs and artistic experi- mentation with the objective of proposing critical questioning of the fields of art, architecture, urban planning and other contemporary manifestations. PIVÔ is a member of the Circuito Centro (http://www.circuitocentro.org).
http://www.pivo.org.br
Oct 1, 2015
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Currently cultural and art producer for Lanchonete.org Project and is conducting a research on African immigrants living in the São Paulo housing occupations for Goethe-Institut’s Episodes of the South program.
Oct 1, 2015
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Additionally, the space also has a library, courtyard and a playroom for children. A partnership between Lanchonete.org and Occupation São João began with a three-week residency for Polish architect Jakub Szczęsny. During his residency, a multi-year collaboration was planned. Jakub’s drawings hint at the brainstorming that filled those three weeks in March 2014 (See: projects within the project).
https://www.facebook.com/pages/Centro-Cultural-São-João/490900594319238?ref=br_tf
Oct 1, 2015
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He has worked in leadership, advocacy, and strategic planning roles at Global Arts Corps, Reporters sans frontiers, and Astraea Lesbian Justice Foundation. He founded freeDimensional, a network that helps artists in danger by providing safe haven in participating artist residencies. Todd is a Senior Fellow at the World Policy Institute where he directs the Arts-Policy Nexus; a co-curator for the Arts & Society Team of Cities for People in Canada; and serves as a board member for arts, rights and literary organizations in India, Mexico, Brazil, and the US. artist.roundtable (A.RT) is a collaborative methodology that he is co-making with a broad group of artists and non-artists.
Sep 26, 2015
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A series of portraits was taken by Leandro Viana in a studio improvised on the first floor of Occupation São João (a.k.a. Centro Cultural São João) in the Center. Leandro’s photographs portray community members (of the 67 families) who overtook the derelict former Hotel Columbia Palace to live close to their jobs in the convenience of downtown. The people we see in Leandro’s portraits made this space anew. They are maids, security officers, kindergarten teachers, street workers, and students. As much as they can, they repair it, build new additions, and take care of it. The same happens in housing occupations throughout the city, where both residential and commercial spaces often remain empty in central areas due to limited urban policies, which do not incentivize landowners to rent properties at incrementally-adjusted rates and even make it easier to build new structures in lieu of renovating older ones. http://www.leandroviana.com/ocupacao
Sep 26, 2015
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Led by Joseph Michael Patricio, Nowhere Kitchen is a research process that derives ways of learning (by doing) from cooking practices. It explores various social forms based on cooking with what is there as a ritualistic point of departure. By itself, it is liquid and can assume the form of and intervene with the contexts it inhabits. During his March 2015 residency with Lanchonete.org, Joseph (a.k.a. Pepe Dayaw) conjured Nowhere Kitchen in two cultural spaces in the Center of São Paulo—Phosphorus and the São João Cultural Center.
Sep 26, 2015
about
Através de uma abordagem comunitária, a Lanchonete.org fica sabendo e amplifica os esforços dos cidadãos, buscando acrescentar valor a essas iniciativas por meio do envolvimento de artistas, como é o caso das residências de artistas integradas a estruturas de comunidades e das apresentações de trabalhos colaborativos em conferências, publicações e exposições, sem contar uma série de intervenções vindas de outros campos, como mapeamentos, reuniões com autoridades, banquetes e mídias comunitárias.
May 19, 2014
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Encounters at Paim
Mar 19, 2014
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Queer City
Mar 8, 2014
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Episódio Haiti
Feb 19, 2014
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Zona da Mata
Jan 19, 2014
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Arquivo Lanchonete
Jul 7, 2011
zonadamata
Jul 7, 2011
zonadamata
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Laboratorio Ambiental no quintal do Goethe-Institut São Paulo [cudazi_column width=‘6’ class=‘alpha’ ]
Concebido como um laboratório ambiental permanente, Zona da Mata inicia seu processo no começo de 2016 encubado por Lanchonete.org (plataforma cultural urbana com o foco em como as pessoas vivem, trabalham, compartilham e sobrevivem na cidade contemporânea) em parceria com Ateliê Mata Adentro (Rodrigo Bueno e Carol Ramos). Construído através de dinâmicas processuais e participativas, o projeto têm como objetivo engajar a comunidade local e periférica ao fazer uma ponte com o quintal do Goethe-Institut. Durante o ano serão abordadas as dimensões artísticas de interação com a natureza no espaço urbano por meio de encontros voltados para a memória da Mata Atlântica que existiu em São Paulo, a regeneração do espaço e o pensamento sistêmico proposto pela permacultura.
Jan 1, 0001
arraiadapaim
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